Ser Professor!!!!

Ser Professor!!!!
Todo dia é dia do professor...

domingo, 8 de maio de 2011

Música:Years of Solitude

 Autores: Astor Piazolla e Gerry Mulligan
Segue o link da música abaixo:
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Percebemos que a música inicia lenta... Nos dá a sensação de nostalgia, de medo, insegurança.. Relaciono esta sensação ao cotidiano regrado, às atitudes diárias que precisamos tomar, centradas, geralmente seguindo a razão... Aí, a partir de alguns momentos a música passa para um ritmo mais rápido, contagiante ao mesmo tempo que tranquilo... Transmite a sensação de liberdade, de deixar algo para trás e buscar velozmente o bem-estar... Percebo que tirar os sapatos pode ser um ato de simplicidade, liberdade e leveza..
Acredito que ao mudar o ritmo da música muda também os sentimentos expressos, até mesmo no nome da música... Anos de solidão... Estes que parecem estar sendo deixados para traz, ao final da canção...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Abordamos no Curso de Extensão da UFRGS "Mediadores da Leitura na Bibliodiversidade" alguns aspectos regionais importantes e, casualmente, encontrei algumas informações importantíssimas do professor Juarês, falando exatamente da regionalidade em suas rimas...
Falando no uso da palavra também, este professor formado em História utiliza rimas maravilhosas... Vejamos o vídeo e a poesia intitulada Geografia... Adorei!!!! Parabéns ao professor...



GEOGRAFIA

Estudando Geografia
Seja em qualquer dimensão
Estado, País, Continente
Veja a localização
Pegue o mapa mundi
Tenha uma ampla visão.

Para localizar-se no espaço
Existem algumas questões
De dia observe o sol
E a noite as constelações
Nunca venha esquecer
Dessas orientações.
Vamos todos aprender
E a dúvida eliminar
Procure usar a bússola
Pra sempre se orientar
Pois em qualquer posição
Ao norte vai apontar.
Para construir a bússola
É bem fácil de montar
Com prato água e agulha
Com imã para imantar
Ponha sobre o isopor
Que ao norte vai apontar.

Elimine toda a dúvida
Não queira continuar
Tanto professor e aluno
Procure se orientar
Usando a rosa dos ventos
Pra direção encontrar.
Na rosa dos ventos vemos
Quatro pontos cardeais
Norte-sul, leste-oeste
Também os colaterais
Veja que também existe
Pontos subcolaterais.

Se na Geografia física
Você tiver sintonia
Verás que é importante
Estudar cartografia
Visualizar os mapas
Sabendo suas simetrias.
Em todos os mapas existem
É bem fácil de encontrar
Os dois tipos de escalas
Todos têm que apresentar
A gráfica e a numérica
Elas não podem faltar.
Através dessa escala
Podemos nos orientar
Tendo a noção de tamanho
Que os mapas vão apresentar
Por isso tenha atenção
Procure visualizar.
Ao analisar os mapas
Lembre-se que tem ficção
As várias linhas que vemos
É tudo imaginação
Sendo todas necessárias
Pra melhor compreensão.
                                                                        Juarês Alencar Pereira.

Aquarela

Creio ser esta a canção que mais me emocionou durante toda a minha vida...
É através das palavras que o autor consegue transmitir o desejo de criar, de transformar o mundo através das cores...
É uma canção que expressa a alegria, os sonhos, as fantasias...
Que bom sentir novamente o gostinho de ser criança, de recordar os sonhos, o passado...
Palavras... Soam em diversos tons, tudo depende de nós...
Podem ser interpretadas de formas diferentes...
Muito cuidado!

A quem cabe mediar leitura?

A quem cabe mediar leitura?[1]


Sueli Bortolin

O termo mediador deriva do latim mediatore, e significa aquele que medeia ou intervém. Em se tratando de leitura, podemos considerar que o mediador do ato de ler é o indivíduo que aproxima o leitor do texto e que facilita esta relação.
Podemos considerar como mediadores de leitura os familiares, os professores, os bibliotecários, os editores, os críticos literários, os redatores, os livreiros e até os amigos que nos emprestam um livro. Porém, os mediadores que mais se destacam são os familiares, os professores e os bibliotecários; portanto, é sobre eles que iremos tecer considerações.
Os familiares deveriam ser os primeiros mediadores de leitura, pois são os primeiros a estabelecer o elo de ligação entre a criança e o mundo; mas, em geral, os pais e demais membros da família não têm a dimensão da influência que podem exercer sobre as crianças no sentido de motivá-las à leitura. E também, infelizmente, nem sempre as condições econômicas do brasileiro permitem a ele a inclusão do livro no orçamento familiar, resultando que a maioria passa toda uma vida sem nunca ter comprado sequer um livro.
E assim, como a família nem sempre tem condições (econômicas e culturais) de cumprir a tarefa de mediadora da leitura, as escolas, de maneira precária ou de forma enriquecida, tentam fazer esta mediação. Portanto, o professor é encarregado compulsoriamente de aproximar o educando da leitura; e é fundamental que ele faça esta mediação, mostrando o texto de maneira prazerosa e não como instrumento de avaliação e tarefa. Para que o leitor, além de se ‘cumpliciar’ com o autor e as personagens, tenha no professor também um cúmplice; isto é, se o professor estiver disposto a compartilhar com ele a leitura/as leituras.
Da mesma forma, esperamos que isto também ocorra com o bibliotecário. Sobre este profissional, Silva (1987, p.5), comenta que: ”[...] percebo como impossível uma revolução qualitativa na área da leitura sem a participação e sem o compromisso dos bibliotecários para com os processos de mudança e transformação.” Possivelmente esta responsabilidade atribuída ao bibliotecário deve-se ao fato do mesmo se encontrar em uma situação privilegiada em relação aos demais mediadores citados, pois mesmo tendo um acervo de pequena quantidade, uma biblioteca pode possibilitar uma diversificação de leitura. Outra prerrogativa que pode ser considerada positiva na atuação do bibliotecário, é que ele, diferentemente do professor, não está atrelado a currículos e avaliações; portanto, tem maior liberdade para propor leituras, dialogar espontaneamente com o leitor, sem que o mesmo se sinta pressionado.
Independentemente de quem seja o mediador, vale salientar que a ele compete “[...] criar soluções próprias ou adaptar experiências alheias, consciente de que o leitor tem uma porta diante de si, em direção à leitura e ao conhecimento” (BARROS, 1995, p.58). Tamanha responsabilidade deve ser interpretada pelos mediadores como um desafio constante, pois o papel que eles desempenham na motivação de leitura pode interferir com maior ou menor profundidade na formação dos leitores de uma coletividade. Esperamos ainda, que os mediadores de leitura facultem aos leitores uma pluralidade de experiências, para que eles percebam a leitura não apenas como aprendizagem escolar, mas como elemento de lazer e satisfação.

REFERÊNCIAS
BARROS, Maria Helena Toledo Costa de.   Leitura do adolescente: uma interpretação pelas bibliotecas públicas do Estado de São Paulo – pesquisa trienal.   Marília: UNESP, 1995.

SILVA, Ezequiel Theodoro da.   O bibliotecário e a formação do leitor.   Leitura: teoria & prática, Campinas, v.6, n.10, p.5-10, dez.1987.


[1] Apresentado no 13º COLE - Congresso de Leitura do Brasil - Campinas/2001.

domingo, 1 de maio de 2011

E os "Sucati" ? Você conhece?

Bem está lembrança vem de longe, lá de Lagoa Vermelha. Em uma sala de aula a professora pede aos alunos que tragam "sucatas velhas" para a próxima semana para fazerem um trabalho. Um dos meninos diz: Professora? Os sucati aqueles de come?
Bem a professora teve que explicar que eram coisas velhas que não ocupavam mais em suas casas e que estavam abandonadas. Mas bem que um sucati é bom demais de comer. Otima história não é Carina.
Me perdoe alguma falha e corija tá.
Espero que tenham gostado das nossas histórias, teriam muitas outras mas fica difícil ter que escolher e ainda assim postamos duas.

História Linguística: Bacon ou Beco?

Nas comunidades do interior de Tapejara, ainda acontecem aquelas boas festas com um saboroso Churrasco. Em uma destas festas o organizador fala aos demais homens que estão lidando com a carne: O que vocês acham de no meio dos pedaços de carne de porco colocar um pedaço de "Bacon", para a carne ficar mais suculenta? E um dos homens rapidamente responde: Mas se fosse de ovelha era melhor!
O homem entendeu que era "Beco", que quer dizer Bode, como a carne de bode não é muito saborosa ele responde que seria melhor de ovelha. E o Bacon? Virou uma fara após o organizador explicar que era uma tirinha de gordura e que só iria alçar o sabor da carne.
Bem amigos essa é uma das histórias que temos para contar, vem mais por aí. Abraços de todas as participantes do grupo.