Ser Professor!!!!

Ser Professor!!!!
Todo dia é dia do professor...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Trabalhos realizados apartir da "Releitura da música Aquarela"







Atividade com a música Aquarela

Releitura da música "Aquarela”, de Toquinho.
Objetivo desse trabalho é desenvolve e estimula a criatividade, a imaginação, o gosto pela linguagem musical.
Trabalhar interpretação da música.

1.Entregar uma cópia para cada aluno da letra da música.
2. Escutar a música com a turma e pedir para que fechem os olhos e imaginem o que a música está dizendo.
3. Logo após fazer a interpretação da letra.
4. Por último pedir para os alunos ilustrarem a música em cartazes e em seguida escrevam o porquê da escolha do desenho ilustrado. Os alunos podem utilizar tinta, giz e lápis coloridos, montando cartazes para exposição que tem como tema “Releitura da música Aquarela”.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

XXX ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA

Entre os dias 03,04 e 05 de junho ocorreu na cidade de Erechim o XXX EEG, reunindo professores, graduandos e pós graduandos de diversas instituições de ensino do Rio Grande do Sul. Algumas imagens serão disponibilizadas para socializar os diversos trabalhos realizados pelos amantes da Geografia.





quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ocupação do Brasil

Brasil de muitos povos 
País de muitos passos
Mistura de raças
Mistura de traços  

Era terra desconhecida
Pelos povos europeus
Foi em 1500
Que tudo se sucedeu

Chegaram as caravelas
Do Pedro Álvares Cabral
Trazendo os navegadores
De um país chamado Portugal

Aqui havia habitantes
Os nativos do lugar
Que viviam nas florestas
Gostavam da pesca e também de caçar

Estes foram sendo capturados
Muitos até mortos foram
Os portugueses levaram o pau-brasil
Especiarias e muito ouro

Longos anos se passaram
Até a independência
O país foi explorado e o povo desrespeitado
Na sua inocência

Plantaram Cana de açúcar no litoral
E em outras áreas tinha a pecuária
Trouxeram os negros africanos
Escravizados nessa história

Produziram muita riqueza
No meu país adorado
Sofreram as conseqüências
O preconceito, a violência.. Brilho apagado

Quando foram libertados
Das senzalas dos patrões
Chegaram os imigrantes
Para ocupar várias regiões

Italianos, alemães e japoneses
Eram novos habitantes
Que chegavam ao Brasil
Com outros povos a todo instante

Hoje somos mais de 190 milhões
De norte a sul da nação
Temos desenvolvimento
E gente boa em toda região.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lembranças
































Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café em Brodowski, no Estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária de desde criança manifestou sua vocação artística. Aos quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro em busca de um aprendizado mais sistemático em pintura, matriculando-se na Escola Nacional de Belas Artes.
Portinari, como a maioria das crianças, tinha alguns medos, um deles era dos retirantes. Nas secas, essas pessoas ou famílias caminhavam quilômetros em busca de promessas de trabalho e comida. Achavam que a terra do café oferecia tal trabalho. Entravam em Brodowski, maltrapilhos, magros, as mulheres com as formas do corpo largadas, seios e barrigas caídos, as pernas eram finas demais. As crianças tinham a barriga enorme, andavam descalças os olhos saltados e grandes. Os homens tinham os pés misturados na terra vermelha de Brodowski na maioria das vezes, quando não andavam com as famosas sandálias de couro batido. Todos carregavam em seus olhares e rostos a dor, o sofrimento, o desgaste físico, a fome... Essas imagens ficaram gravadas na memória do menino de Brodowski e, mais tarde foram retratadas em algumas de suas famosas telas.


Lembranças

O povo retirante do sertão
Andava sofrido pela estrada
Em busca de trabalho e pão
Seguindo a longa jornada
Levavam consigo a dor e a esperança
De encontrar um novo chão
Para ali plantar feijão
E sair dessa situação
Tinham os olhos esbugalhados
Como um bicho assustado
Que mil vezes espreitava o horizonte
Evocando a Deus o pão abençoado
No caminho só tinha espinho
O chão árido e ardente
Os meninos barrigudinhos
Todos sem dentes
Do alto, somente observando
Os urubus a fitá-los
Sobrevoando em bando
Esperando a hora de atacá-los
E o medo do menino
Que observava calado
Aqueles pobres retirantes
Chegando no povoado
As marcas na memória
O tempo não apagará
Na tela de Portinari
O registro ficará

Fontes: AZEVEDO, Heloiza de Aquino. Candido Portinari. Filho do Brasil, orgulho de Brodowski! Ed Árvore do saber 2004.

Autoras: Carina Copatti, Ivânia Daronch, Marcieli Perera Marcon, Raquel Comiran

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Os prazeres de Débora

Como dizia “Surfistinha”: “as fantasias e variações só vem com o tempo. Com os mais experientes, não é bem assim.” Era a mesma imaginação que faz fluir ao belo moço Paulo a encantadora Débora, numa segunda-feira de março de 2011, quando esta ria dele, por ter acreditado nas suas insinuações feitas na véspera de seu encontro misterioso.
Na penumbra do quarto, toca o telefone. Meio sonolenta, atende quando este toca pela segunda vez. Do outro lado da linha ouve a voz de um homem na espera de explicação:
_ Por quê você fez isso?
_ Isso o quê? Não estou te entendendo. Responde ela irônica.
_ Guria, te esperei até altas horas na night e tu nem dez pra mim? Cara, fiquei muito chateado contigo, por que tu deu essa bola fora? Tu sabe que pode me perder a qualquer momento se continuar agindo assim.
Nesse instante Débora entra no joguinho de Paulo e sinicamente desanda num choro só:
_ Meu amor, não faz assim comigo. Bah, tu não sabe o que aconteceu. Fui pra facul e comi um hot-dog com Smirnoff e me senti indisposta. Decidi ir para casa, aí a Carol ficou lá comigo, até tarde.
Débora ria, ria. Os homens são assim; acreditam em todas as nossas encantadoras palavras, quando querem “algo a mais”. De malas prontas, adquire outra personalidade... A de mocinha do interior.
Na estação, a mãe está a sua espera.
O domingo estava lindo e a comunidade de Santo Expedito em festa. Débora vestida discretamente acompanha seus pais e seu irmão Lucas à missa na capela. Sua imaginação vagava por entre os desejos mais pecaminosos e ela tenta reprimi-los sorrindo inocentemente.
Do outro lado está Jerônimo, rapaz de boa índole familiar e muito tímido. Observa Débora com o canto dos olhos. Na saída da missa, as famílias se encontram e Jerônimo timidamente sorri para a moça que encabulada retribui.
Na matinê, Jerônimo cria coragem e tira Débora para uma peça. Ela aceita com uma condição:
- Não chegue muito perto de mim, pois meu pai não gosta de sem-vergonhices e tá de olho em mim lá da bodega.
- Pode dexa, sô moço direito e te respeito porque te gosto muito.
No meio da dança, vêm à sua memória os momentos alucinantes da festa eletrônica na qual aventurou-se em desejos, ao invés de encontrar-se com Paulo. Desligando-se da conversa que Jerônimo mantém.
Os cachorros latem, os quero-queros cantam no potreiro avisando a família de que as visitas estão chegando para o serrão. Os homens jogam barralho, as mulheres fazem o tricot para o enxoval das filhas. Débora sentada atrás do fogão à lenha, come pinhão enquanto ouve sua mãe e sua futura sogra ensinando-lhe uma simpatia de amarra marido. A moça troca olhares discretos com Jerônimo, que já se imagina vivendo com ela.
Enquanto os pais se despedem, Jerônimo se aproxima de Débora e ansiosamente pergunta:
_ E quando que vamo se ver de novo?
_ Vou demorar alguns dias pra voltar. Por que agora começam as provas e sabe como é a distância, não dá pra vir sempre.
_ Vou ficar contando as horas pra te ver.
De volta à rotina, Débora deixa aflorar a mulher que há nela. Minha vontade de descobrir tudo sobre a vida parece não ter fim desde que saí da casa de meus pais para estudar na cidade grande, pensa ela.
Débora desperta olhares e desejos dos homens que cruzam seu caminho, transformando-se em cobiça aos olhos masculinos.
No elevador do Shopping ela depara-se com um senhor de meia idade, porém extremamente envolvente, e cheia de desejos reprimidos entrega-se ao prazer da companhia do homem que a conduz ao seu apartamento. Naquela noite desliga-se do mundo para viver a loucura e o pecado.
Na manhã seguinte é despertada pelo toque insistente do telefone. Atende preguiçosamente e percebe no mesmo instante a irritação na voz de Paulo.
_ Qual é a desculpa agora? Tu ta me tirando guria? Desde domingo aguardo notícias suas, te esperei no msn, deixei recado na caixa postal e tu nem me retornou!
_ Cheguei tarde e muito cansada, a viagem foi longa, nem na facul tive ânimo pra ir, por isso não te liguei. Espero que entenda.
_ Fiquei te esperando, deixei de sair com os “piá” e nem pude curtir o findi, nem na boate me animei em ir.
_ Hum... Estou me sentindo culpada gato. Preciso me redimir... Que tal um jantar aqui no meu apê hoje à noite? Você não vai se arrepender de ter esperado por mim.
As luzes estavam apagadas e a música era um plano de fundo para os pensamentos obsenos de Débora. Via-se sedutora despindo-se aos olhos desejosos de Paulo.
Interfone. “Ele chegou. Deixei subir. Enquanto isso checo os últimos detalhes: Champagne no balde com bastante gelo, casa cheirosa, a luz bem leve e para completar coloco um cd com uma música bem envolvente. Visto uma roupa curta e provocante. Atendo a porta, ele entra com todo seu charme e parte logo para o ataque. Me faço de difícil, mas o clima logo esquenta e tudo se transforma em loucura”.
Mesmo Paulo estando frequentemente em seu ape, Débora procura novas aventuras nos braços de outros homens. Mas é surpreendida por Paulo em um desses momentos de fantasia. Mesmo assim, ele, envolvido por essa paixão, perdoa seus deslizes.
Passado meses, envolvida com as descobertas desse novo mundo de prazeres e desejos, não tem tempo de dar notícias aos seus pais e muito menos visitá-los.
Num domingo chuvoso, o barulho do chuveiro impediu que ouvisse a campainha, a porta entre-aberta deixava ouvir os suspiros ofegantes de dois seres envolvidos pela paixão.
Dava-se por fim a identidade oculta daquela menina ingênua, quando seus pais e Jerônimo invadem o banheiro e surpreendem os amantes.
_Dééééboraaaaaaa!!!!!!!!!!!????????

Grupo: Carina Copatti, Ivania Pase Daronch, Marcieli Perera Marcon e Raquel Comiran.